Cravos Vermelhos!!! Os Rothschilds e a CIA por detrás da "Revolução dos cravos". Portugal detinh...

Cravos Vermelhos!!!

Os Rothschilds e a CIA por detrás da "Revolução dos cravos". Portugal detinha a quarta maior reserva de ouro do mundo, um ano após o 25 de abril tinha "desaparecido", foi entregue à guarda de interesses estrangeiros, tinha uma moeda forte, era a economia que mais crescia no mundo ocidental (9% ao ano haviam 10 anos consecutivos). Um ano depois a nossa moeda era lixo, a nossa economia tinha descido para níveis identicos ao dos países comunistas do bloco de leste.

Os cravos vermelhos são, desde o Séc. XIX, um dos principais símbolos dos Rothschilds e dos banqueiros da City de Londres. Simbolizam o poder da banca internacional, como muito bem é caracterizado no final do filme «Mary Poppins» do Walt Disney (que detestava os banqueiros e os Rothschilds).

No dia 22 de Abril de 1974, entra no Tejo uma esquadra da NATO/OTAN, incluindo um porta-aviões e dois navios de guerra electrónica, o HMCS = Her Majesty's Canadian Ship e o Iate Apollo. Na noite desse dia, descarregam cerca de trinta contentores no porto de Lisboa, cheios de cravos vermelhos da América do Sul. Para quem não sabe, em Portugal os cravos só florescem nos finais de Maio e início de Junho. Agora há estufas para cultura intensiva, há na época não.

Na madrugada do dia 25/4, uma frota de camiões da NATO distribuiu esses cravos por várias unidades militares revoltosas, para que os soldados os colocassem nos canos das armas. Finalidade: indicar às forças «amigas» (da banca internacional) que estava tudo bem, e que o golpe era controlado por «eles». Isto foi-me confirmado por várias fontes militares ligadas à NATO.

Depois, para encobrir a vergonhosa verdade. inventou-se a historieta (para tótós) de que teria sido uma certa D. Celeste Martins Caeiro, empregada da limpeza de um restaurante no edifício «Franjinhas» da rua Brancaamp que, tendo o dono (não era um dono, mas uma dona, e a «história» para tótós está toda aldrabada), que estava a aprontar a sala para a inauguração, dito para os empregados levarem as flores (cravos que ainda não havia à venda nessa altura em Portugal) para casa.

A D. Celeste leva-os para o Largo do Carmo - pessoalmente, a comandar uma frota de camiões da NATO - e começa a distribuir os ditos cravos, sabendo de antemão o que nem a PIDE/DGS suspeitava!

Outras «fontes revolucionárias» dão a D. Celeste como florista com lojinha no edifício do Cinema Império, que, com colegas, andou a recolher cravos inexistentes nos stocks para distribuir aos revoltosos. Estava mais bem informada que a PIDE, a CIA e a KGB, não contando o MI6 de Sua Majestade.

Enfim, e assim se alicerçam «a martelo» as mentirolas de Abril... Não a 1, mas a 25... E continuam.

A «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe da CIA.

A censura do Facebook apagou-me há tempos um post onde eu explicava detalhadamente a orquestração do 25 de Abril de 1974 pela CIA americana, e descrevia a distribuição dos cravos vermelhos - símbolo da banca da City de Londres - pelas forças da NATO que haviam entrado no Tejo a 22 de Abril.

Também descrevi, num dos comentários, o episódio em que as forças revoltosas da Escola Prática de Cavalaria foram paradas pelos blindados de lagartas (tanques M47) do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano, quando estavam no Terreiro do Paço e avançavam para a Ribeira das Naus.

Nesse momento, a fragata Gago Coutinho posicionou-se frente à praça, para fazer fogo sobre os revoltosos assim bloqueados, caso estes não se rendessem.

Nesse momento, o contratorpedeiro canadiano Huron das forças da NATO meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça, anulando intencionalmente a manobra da nossa fragata, e abrindo caminho aos revoltosos.

Por fim, na página de Lisboa de Antigamente, encontrei as fotos da sequência funesta, demonstrando que afinal, a «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe americano da CIA.

Se calhar, também me vão censurar esta publicação.

Blindados de lagartas do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano

Fragata Gago Coutinho posicionou-se frente à praça

Contratorpedeiro Huron das forças da NATO meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça.

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Claro que os Americanófilos terão dificuldade em aceitar que, contrariamente ao que lhes foi dito, a NATO, os Americanos e a elite que controla o Ocidente não são os "bons", e nem são "maus" aqueles que são contra os seus sonhos de manutenção e aumento da hegemonia militar, económica e cultural sobre o mundo. Essencialmente, a NATO só serve para submeter os países ao FMI e ao domínio da Nova 0rdem Mundial.

Nesta guerra de blocos imperialistas é complicado identificar um deles como estando do lado do bem, e outro estando do lado do mal, mas é muito fácil dizer que a NATO não luta pela "democracia", e que os interesses económicos da elite financeira mundial (liderada pela família do escudo vermelho) estão na base de quase todas as "revoluções" e conflictos armados no mundo.

Os Portugueses têm sido enganados desde há 49 anos sobre a "revolução", e as vozes que sabem da verdade estão a ser censuradas. A única forma de garantirmos que as gerações vindouras saibam da verdade que se abateu sobre a nação, e como o país está a ser controlado por interesses financeiros sediados em Londres, é falando aos outros."

Sérgio Medeiros